Cultura
Turismo
Belém, conhecida também como Portão de Entrada da Amazônia, proporciona diversas possibilidades de cultura e lazer. A cidade é rica em história, cultura, cores, cheiros, sabores e em natureza, podendo ser observado nos seus diversos pontos turísticos. A capital paraense desponta como grande roteiro turístico do Brasil, gerando uma excelente oportunidade para investimentos turísticos e está entre as 10 cidades mais movimentadas e atraentes do Brasil. O conforto da civilização e o fascínio das matas pode-se encontrar em um só lugar.
Principais atrações turísticas
Bioparque Amazônia, parque particular, criado pelo Dr. Jorge Aarão Monteiro, em 1989;
Bondinho de Belém;
Casa das Onze Janelas, é um famoso edifício histórico, construído no século XVIII. Complexo Feliz Lusitânia, localiza-se as margens da baía do Guajará;
Complexo Ver-o-Peso, formado pelo mercado de peixe e o de carne, a estrutura é toda feita em ferro e foi trazida da Inglaterra. Em 1977, o complexo foi tombado pelo Instituto Histórico e Arquitetônico Nacional IPHAN;
Corveta Museu Solimões, o primeiro navio-museu do Norte;
Estação das Docas, Estação, assim também conhecida, possui um moderno terminal fluvial, o Amazon River, com ancoradouro flutuante, capaz de aportar até 4 embarcações de 70 pés. Diariamente são realizados diversos passeios fluviais pela orla e ilhas de Belém, partindo do Amazon River;
Estádio Olímpico do Pará (1978);
Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o Centro de Convenções conta com uma área total de 64.000m² e 25.000m² de área construída totalmente integrada ao ambiente amazônico, o HANGAR está equipado com recursos de última tecnologia e preparado para qualquer tipo de evento, como feiras, congressos, convenções, encontros, seminários, simpósios e exposições;
Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves;
Mangal das Garças, localizado às margens do rio Guamá, fica em pleno centro histórico, o parque é resultado da revitalização de uma área de 40.000m2, no entorno do Arsenal da Marinha;
Museu Paraense Emílio Goeldi, criado em 6 de outubro de 1866, é a mais antiga instituição de pesquisas da região Amazônica e referência mundial na Amazônia;
Orla de Icoaraci, um dos mais bonitos pontos turísticos de Belém;
Parque da Residência, residência oficial dos governadores do estado, agora é a sede da Secretaria Executiva de Cultura (SECULT)do estado do Pará;
Planetário Sebastião Sodré da Gama, é o 1º do Norte e considerado um dos mais modernos do país;
Theatro da Paz, construído com recursos auferidos da exportação de látex, no Ciclo da Borracha;
Ver-o-Rio, Numa área de cinco mil metros quadrados de frente para a baía do Guajará, o projeto alia contemplação à natureza com a praticidade na utilização do espaço urbano.
Centros históricos
Cidade Velha - conhecido como Centro Histórico de Belém, o local tem como característica principal a herança arquitetônica do período Brasil Colônia. O bairro é um dos maiores referenciais do patrimônio histórico e cultural do Pará. O bairro nasceu com a construção do Forte do Presépio, hoje chamado Forte do Castelo, construído a mando da Coroa portuguesa, no início do século XVI. Na Cidade Velha surgiu a primeira rua de Belém, a rua da Ladeira, que liga a Feira do Açaí ao Largo da Sé e onde se encontram bares e restaurantes antigos e simples. Outro lugar famoso do bairro é a Praça do Relógio, onde se localiza um relógio inglês levantado na década de trinta, com seus 12 metros de altura. Nela também está localizada a Catedral Metropolitana, a praça Dom Pedro II, igreja das Mercês, o prédio da prefeitura, o complexo Feliz Lusitânia e o Mangal das Garças,
Engenho Murucutu - Ruínas do antigo engenho de cana-de-açúcar prospero, móvido a vapor, que contava com muitos escravos. Foi destruído à época da Cabanagem, construído no século XVIII. Destacando-se a Capela de Nossa Senhora da Conceição 1711, em estilo neoclássico, cuja obra é atribuída a Antônio José Landi,
Museus
Museu Paraense Emílio Goeldi;
Corveta Museu Solimões;
Museu das Onze Janelas (artistas brasileiros do século XX);
Museu da Primeira comissão Demarcarora de Limites;
Museu da Santa Casa de Misericórdia;
Museu da Universidade Federal do Pará;
Museu de Gemas do Pará;
Museu de Artes de Belém;
Museu de Arte do CCBEU;
Museu de Artes Populares;
Museu de Arte Sacra;
Museu do Círio;
Museu do Estado do Pará;
Museu do Forte do Presépio;
Museu do Judiciário;
Museu Naval da Amazônia;
Museu do Navegação;
Museu do Porto de Belém.
Teatros
Teatro da Paz;
Teatro Experimental Waldemar Henrique
Teatro Gabriel Hermes
Teatro do SESC
Teatro do Museu Emílio Goeldi
Teatro Margarida Schivasappa no CENTUR
Teatro Maria Sylvia Nunes
Teatro Estação Gasômetro
Palacetes;
Palácio Antônio Lemos;
Palacete Augusto Montenegro;
Palacete Bibi Ferreira;
Palacete Bolonha;
Palácio do Governo;
Palácio Lauro Sodré;
Palacete Pinho;
Palácio Velho de Belém.
Culinária
Hoje, pode-se dizer que a cidade é uma das capitais gastronômicas do mundo. A Belém gastronômica é um interessante caldeirão de misturas étnicas. A comida indígena paraense – única, verdadeiramente brasileira, segundo o filósofo José Arthur Gianotti - tem sabores africanos, portugueses, alemães, japoneses, libaneses, sírios, judeus, ingleses, barbadianos, espanhóis, franceses e italianos. Os povos que chegaram à capital se encantaram com a cozinha nativa e, aos poucos, foram incorporando seus ingredientes. A culinária belenense tem forte influência indígena. Possui pratos típicos como: pato no tucupi com jambu, o tacacá, a maniçoba, entre outras delícias como o açaí. Há quem diga que o sabor dos peixes e das frutas é realmente diferente. Os elementos encontrados na região formam a base de seus pratos. Com mais de uma centena de espécies comestíveis, as frutas regionais podem ser encontradas no Ver-o-Peso, feiras livres, mercados e supermercados do município; elas são responsáveis diretas pelo sabor das sobremesas que enriquecem a mesa paraense. Destacam-se: açaí, bacaba, cupuaçu, castanha-do-pará, bacuri, pupunha, tucumã, muruci, piquiá e taperebá.
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